Início Natureza Expedição para a Floresta Nacional de Jamari (RO)

Expedição para a Floresta Nacional de Jamari (RO)

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Acampamento em frente à sede da ONG Projeto Puma
Acampamento em frente à sede da ONG Projeto Puma
Acampamento em frente à sede da ONG Projeto Puma

Atividades: Os participantes receberão treinamento para orientação na floresta e para obter coordenadas de pontos de interesse, e também para identificação de mamíferos. Depois de um pouco de prática, os participantes terão habilidades para obter dados no campo, e serão divididos em pequenos grupos que irão percorrer diferentes áreas da reserva. Todas as noites haverá reunião para relatar os eventos do dia, e para preencher planilhas de dados.

Propósito: Pesquisa. Depois da expedição, um relatório será produzido com os dados coletados pelos participantes.

Quem pode participar: Todos. Não há necessidade de treinamento acadêmico em biologia ou áreas afins.

Datas: 13 a 22 de julho de 2015 (10 dias)

Custo: 1.700,00 Reais. Inclui transporte de ida e volta de Itapuã do Oeste (ponto de encontro) à base de campo, alimentação, estadia e treinamento em campo. Não inclui outros deslocamento ou estadias antes da data de início ou depois do término da expedição.

Forma de pagamento: Parcelamento por cartão de crédito via online em até 5x (ver seção ‘pagamento online’ na barra ao lado), ou parcelamento com depósito bancário na inscrição e saldo com cheque.

Local: Flona do Jamari em Rondônia, área do ICMBio, em alojamento de suporte (pernoite e refeições) e opcional pernoite em barracas.

Espécies

As espécies de maior interesse para a expedição são as onças, a onça-pintada (Panthera onca) e o puma (Puma concolor). Outras espécies serão também registradas porque fornecem informações importantes sobre a qualidade dos ambiente para as onças, e algumas delas são ameaçadas.

Entre as espécies presentes na região as quais há possibilidade de registro durante a expedição encontram-se as onças, a jaguatirica (Leopardus pardali), cachorro do mato de orelhas curtas (Atelocynus microtis), tamanduá bandeira (Myrmecophaga tridactyla), anta (Tapirus terrestris), cateto (Pecari tajacu), paca (Agouti paca), queixada (Tayassu pecari), veado-mateiro (Mazama americana), tatu-canastra (Priodontes maximus), e os primatas sauim (Saguinus fuscicollis), sagui (Callithrix emiliae), macaco-da-noite (Aotus nigriceps), macaco-de-cheiro ou jurupari (Saimiri sciureus), macaco prego (Cebus apella), uapuçá (Callicebus brunneus), paraucau (Pithecia irrorata), coatá ou macaco aranha de cara preta (Ateles chamek), e macaco-barrigudo (Lagothrix cana).

Área de estudo

A FLONA do Jamari fica em Rondônia, em uma das regiões da Amazônia mais pressionadas pelo avanço do desmatamento. Em total possui 220 mil hectares. Tratando-se de uma reserva de uso direto, é permitida a exploração de seus recursos naturais. Em parte da reserva extrai-se o minério de cassiterita, e em outra parte há uma concessão para corte seletivo de madeira. É considerada ‘Área de Extremamente Alta Prioridade para Conservação’ pelo Ministério do Meio Ambiente. Estudos em sua área permitirão avaliar o grau de impacto e de sustentabilidade das atividades extrativistas no que tange à fauna de mamíferos e às onças.

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